quinta-feira, 13 de julho de 2017
Escrever é um ato solitário onde na maioria das vezes requer concentração, determinação, paixão, pois não é em qualquer momento que ideias surgem nos fazendo de psicográfos. Quem sofre desta paixão, compreenderá minha colocação. Muitas vezes surge às três da manhã, no intervalo do almoço ou num momento de pleno descanso. Vem a tona uma enxurrada de informações dais quais somos responsáveis por colocá-las em ordem. Quando este desejo nos toca temos indício que algo deve ser colocado para fora como se fosse uma necessidade fisiológica. Há um momento de inquietação, coração acelera, mãos se agitam e o cérebro entra em ebulição. E enquanto não damos passagem aos pensamentos, não damos calma ao nosso corpo físico e a alma continua na agitação. Escrever nos toma tempo, contudo nos torna um ser melhor, pois é neste momento que refletimos, nos colocamos introspectivo entrando em contato com nosso próprio eu. Engana-se quem pensa que escrever é ruim, desgastante, e que não leva a nada. Escrever é por para fora o que há de melhor que mora dentro de nós é tentar ser flecha certeira e atingir o coração de outrem. (06/06/17)
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